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Cassiano

[RESOLVIDO] Controle de Uso do Sistema ambiente Cliente Servidor

6 posts in this topic

Pessoal, esse negócio de cliente servidor pra mim é algo novo no sentido de q hj o sistema roda no servidor e as estações via TS, então é como se fosse tudo no servidor.

Hj qdo libero uma licença de uso, uso algumas informações da maquina (serial motherboard, hd, rede etc) ai blz... se acaso cliente trocar alguma das peças ou sistema for rodar em outro hardware se faz necessário desabilitar licença anterior e habilitar licença nova.

Funciona muito bem, online, etc etc...

Agora minha dúvida é a seguinte.

A partir do momento q eu tiver meu sistema em Windev rodando EXE individuais em cada terminal com banco de dados centralizado, essa lógica acima já não irá funcionar, pq se por exemplo temos um cenário com 3 terminais e 1 servidor (banco de dados) e vou liberar a licença de uso no terminal 02, as informações de hardware serão do terminal 02, ao entrar no sistema pelo terminal 01 ou 03 já ferra tudo.

Como fazem?

Não quero ficar amarrado a questão do TS q ai precisa de licença do TS etc.

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Rest do Windev , ai montava uma lista de token de acesso.

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11 horas atrás, José Willem disse:

Rest do Windev , ai montava uma lista de token de acesso.

Pensei tb em algo nesse sentido, criar um token q seria oriundo de um hash de alguns dados cadastrais do cliente, ai amanhã ou depois preciso bloquear bloqueio o token, tipo uma flag, habilitado ou não.

E ao salvar o token no banco onde terá os dados do cliente q compuseram o token / hash, uma informação amarra a outra, ou seja, não tem como mudar alguma informação q compôs o token/hash sem afetar o mesmo e necessitar de uma nova validação do token.

Acredito q assim vai resolver.

Vlw galera!!! Vlw @José Willem

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Na solução que utilizo não me importo com qual terminal e sim com o total de acessos simultâneos, logo a cada login faço as anotações e por um simples count(*) eu tenho o total de logins. A desvantagem é que tive de colocar um recurso parra baixar os logins quando o usuário não fecha a aplicação e simplesmente desliga o windows.

Em tempo, a quantidade de terminais fica anotado dentro de um registro de ADM dentro do próprio BD, a diferença é que tem um hash de todas as colunas e se o cliente for direto e alterá-la a aplicação inteira para porque o hash passa a não conferir.

[]´s

 

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5 horas atrás, Mello Junior disse:

Na solução que utilizo não me importo com qual terminal e sim com o total de acessos simultâneos, logo a cada login faço as anotações e por um simples count(*) eu tenho o total de logins. A desvantagem é que tive de colocar um recurso parra baixar os logins quando o usuário não fecha a aplicação e simplesmente desliga o windows.

Em tempo, a quantidade de terminais fica anotado dentro de um registro de ADM dentro do próprio BD, a diferença é que tem um hash de todas as colunas e se o cliente for direto e alterá-la a aplicação inteira para porque o hash passa a não conferir.

[]´s

 

Vlw @Mello Junior é uma boa ideia pensando-se em controle de limite de usuários q podem utilizar o sistema, obrigado por compartilhar.

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